PROFESSORES

 
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Ananda Santana

Ananda Santana ou Srt.as, grafiteira atuante na cidade de Salvador, a cerca de seis anos, Bachareladanda Interdisciplinar em Artes na UFBA, costuma trazer nos seus trabalhos a representação  de mulheres negras, geralmente todas muito coloridas, muito vivas, com um traço muito próprio e cunho político, abordando temas muito ligados à essência feminina da mulher negra, como religiosidade,  comportamentos, sua ligação com a natureza, dentre outros. Acredita que trazendo essas múltiplas mulheres é a sua maneira de ajudar a sociedade na compreensão  de que representatividade importa. Além de transpor essas personagens para os muros,  constrói também em forma de aquarelas e ilustrações. Seu intuito é disseminar ainda mais rostos e cores nos lugares, que as senhoritas cheguem muito longe.

 
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candai calmon

Profissional da dança, bailarina, performer e educadora. Trabalha no seguimento Dança e desenvolve pesquisa continuada sobre o entrelace “corpo, linhagem e memória” articuladas às corporeidades populares e oralituras das tradições diásporicas.  Ao longo  19 anos de atuação na Dança, Candai tem obtido formações e experiências artísticas no Brasil e afora (Uruguay, Argentina, Estado Unidos) com aprofundamentos no campo da Dança Contemporânea, em seus moldes afro referenciado, sul-decolonial e matrifocal. Candai que também é Mestra em Dança pela UFBA e Bacharel em Estudos de Gênero e Diversidade na mesma Universidade, gestiona desde 2018 o Projeto CorpoTerritório (@corpoterritório) que objetiva circular saber3s dançantes em comunidades quilombolas urbanas e rurais.

 
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danilo umbelino

É apaixonado pelo Vitória, pai de Amora e Murilo e companheiro de Taiane Bomfim. Cursou o Bacharelado Interdisciplinar em Artes com Foco em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Bahia. É Técnico em Audiovisual Formado pela Oi Kabum Escola de Arte e Tecnologia. Atualmente trabalha como Professor na Escola Técnica da Bahia – Eteba, ministrando os módulos formativos do curso de rádio e televisão: Direção de Fotografia e Montagem Audiovisual. É Produtor Executivo do Studio Nagô. Integra os Coletivos Êpa Filmes, Cual – Coletivo Urgente de Audiovisual e Coletivo Cacos, que desenvolve projetos diversos na área audiovisual: séries, cinema, publicidade, formação e difusão. Trabalhou em diversos projetos audiovisuais nas mais variadas funções: Direção, Direção de Fotografia, Montagem, Produção, Elaboração de Projetos. . . Possui diversas certificações em processos formativos variados: direção de fotografia, direção de atores, gaffer, montagem cinematográfica, artes visuais, fotografia, pós produção, captação de som.

 
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fabiola silva

Nascida e criada no Beiru, Fabíola Silva, Diretora  de Fotografia e 1° assistente de câmera, realizadora da CineQuebradas. Seus principais trabalhos são: "Solidão da mulher preta" (videoclipe, 2018, Direção), "1/3 da tropa (videoclipe, 2018, Direção e Direção de Fotografia), "Maré Kawô" (videoclipe, 2018, Direção de Fotografia), "Programa transmissão", "Programa de Tv Canal Brasil" (2020, Operadora de Câmera e Assistente de Fotografia), "Amora" (videoclipe, 2020, Direção e Direção de Fotografia), "Punho Negro" (WebSérie, 2021, Direção de Fotografia). Atua no cinema desde 2010 e segue até quando o tempo quiser.

 
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julia morais

​​Julia Morais é empresária CEO da @flordemaiobio, cineasta graduada no Bacharelado Interdisciplinar em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pesquisa representações de pessoas negras, em especial as mulheres negras, no cinema e no audiovisual. @carapinnha é idealizadora, produtora e curadora da CineQuebradas, mostra auto-organizada e periódica de cinema, produzida por e para mulheres negras, também em Salvador.

 
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kinda rodrigues

Kinda Rodrigues possui formação acadêmica no Bacharelado Interdisciplinar em Artes com ênfase em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Bahia - UFBA. Graduanda no curso de Licenciatura em História pela Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB e Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia - UFBA. Atua como gestora cultural, produtora audiovisual, educadora, pesquisadora e educomunicadora . Já atuou como colaboradora da ASCOM na Fundação Cultural do Estado da Bahia - FUNCEB/BA. Coordenou o  projeto de artes integradas  Omirà: "Vozes da Liberdade”, através de convênio com a Secretaria de Promoção à Igualdade Racial do Estado da Bahia SEPROMI/BA e o projeto "Cuidando de Quem Cuida" pela Fundação Gregório de Mattos - FGM. Atualmente é coordenadora geral do coletivo A Boiada Multicor e da OSC Uniraam.

 
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lucas semente

LUCAS SEMENTE é um montador, natural de Salvador-BA, estudante de Comunicação - Produção Cultural em Comunicação (Facom/UFBA), com graduação em Cinema e Audiovisual pela Área de Concentração do Bacharelado Interdisciplinar em Artes (IHAC/UFBA), que iniciou sua carreira profissional atuando no mercado audiovisual publicitário baiano na antiga RX30 produtora, hoje R5. Em sua trajetória profissional, possui mais de 200 obras audiovisuais montadas/realizadas nos formatos publicitário, documental, ficcional, programa de TV, videoclipes e álbum visual. Atualmente trabalha na montagem da série documental Histórias Submersas (Dir. Paulo Alcântara) e do longa documental Biografias Urbanas - Recife e Olinda (Dir. Pola Ribeiro).

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Naymare azevedo

Mulher afroindígena, nordestina, artista multidisciplinar, realizadora, produtora criativa e executiva de projetos audiovisuais, artísticos, culturais e sociais. Gosto de ler, escrever e colorir sonhos ancestrais. Mestra  em Cultura e Sociedade pelo Instituto Milton Santos na Universidade Federal da Bahia e Gestora de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Idealizadora e coordenadora geral da plataforma Afrotonizar de formação, imaginação política e produção de narrativas criativas negras e indígenas. Diretora e fundadora da Ayabá Produtora Criativa e Audiovisual. Assessora parlamentar da deputada estadual Mônica Francisca (PSOL/RJ) como coordenadora de Comunicação, Cultura e Sociedade.

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Nina novaes

Nina Novaes é Produtora Audiovisual atuante na produção executiva, de campo e impacto. Fundadora da produtora brasileira independente “Nina Produções Artísticas”, como mulher negra atua trazendo em seus trabalhos toda responsabilidade  e representatividade de seus ancestrais, buscando caminhos para potencializar e dar visibilidade ao seu povo no audiovisual. Colaborou na fundação da TV Kirimurê (Canal 10.2) - Primeiro canal da cidadania do país. É produtora do Cine Arts Projeto de Extensão – UNEB, e assina trabalhos com as produtoras  Mantra Filmes, Cine Artes, Ori Imagem e Som, Salamandra Produções. É também umas das representantes do EPA ( Produtores Executivos Associados) agrupamento de três produtores negros e suas empresas de audiovisual, que surge para alavancar e equilibrar a atuação de profissionais negros no mercado audiovisual brasileiro

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tais do amordivino

Diretora, Roteirista, Bacharel em Comunicação Social e Cinema e Vídeo. Estudou direção de Cinema e Televisão na Escola Baiana de Cinema. É uma das realizadoras do festival Itinerante de Cinemas Negros - Mahomed Bamba (MIMB). Dirigiu e roteirizou o doc “A Invisibilidade da Identidade Negra na educação”, o curta-metragem documental “Motriz” com trajetória em mais de trinta festivais, nacionais e internacionais, incluindo oito premiações, além de licenciado pelo Canal Brasil. Dirigiu a ficção “A Menina Que Queria voar” contemplado no Edital Setorial de Audiovisual 2019 – FCBA, cujo o roteiro é da sua autoria. Desenvolve dois projetos de longas-metragens: A ficção “Registros da Ausência” selecionado em 2020 no laboratório da FLUP/Rede Globo; e o documentário “Miraildes Mota – A Formiga” coprodução com HBO. Dirigiu o curta-metragem “Akesan – Pretos Comunicadores; É roteirista colaboradora da série animada “Jamila, Aprendiz de Astronauta”; Na obra seriada documental “Mulherial de Dança da Bahia” assumiu o roteiro da série. Atua também como assistente de direção em obras documentais e ficcionais, a exemplo: “O Primeiro Beijo” Longa-metragem documental; “ABÔ” - 40 ANOS DE LAZZO
MATUMBI” doc-biográfico, entre outros projetos.