PROFESSORES

 
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emerson dindo

Emerson Dindo é produtor, pesquisador e CEO da Produtora Portátil e da plataforma Diáspora Conecta. É diretor e produtor do filme “Kakawa” e coprodutor de “O navio e o Mar” (Brasil / Moçambique / Portugal), premiado pelo Fundo William Greaves e selecionado para o Talents Belinale 2020, Durban FilmMart 2020 e Good Pitch Brasil 2020. Atuou em projetos como Almanaque Saúde e Futura Profissão (Futura), Santa Ajuda (GNT), Os Retornados (Curta!) e Kulturm.

 
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emílio domingos

Emílio Domingos é cineasta, cientista social, pesquisador, roteirista e produtor. Atua principalmente na área de documentários. Graduou-se em Ciências Sociais pela UFRJ com ênfase em Antropologia Visual, Cultura Urbana e Juventude. Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades da UFF e é curador e mediador do Documenta-se Cineclube. Também é curador da Mostra Internacional do Filme Etnográfico e do Festival Visões Periféricas. Atualmente, é professor da disciplina Pesquisa, Argumento e Roteiro na Pós-graduação em Cinema Documentário da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ). Como diretor realizou os longas "Favela é Moda", vencedor do prêmio Melhor Longa-metragem Documentário de Voto Popular no Festival do Rio (2019); "Deixa na Régua", vencedor do Prêmio Especial do Júri Mostra Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio (2016); "A Batalha do Passinho", vencedor da Mostra Novos Rumos do Festival do Rio (2012); e "L.A.P.A.", Melhor Filme no Festival Câmera Mundo, na Holanda (2008).

 
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everlane moraes

Graduada em CINEMA, com especialização em Direção de Documentário pela Escuela Internacional de Cine y TV (EICTV/Cuba). Graduanda em ARTES VISUAIS Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (UFS/Brasil). Diretora e Produtora na empresa PATTAKI PRODUÇÕES AUDIOVISUAIS. Membra da APAN - Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro. Realiza filmes que transitam entre a ficção e o documentário, dialogando conceitos filosóficos as questões socioculturais da diáspora negra, na busca de retratar as identidades e subjetividades dos seus personagens. Também trabalho uma estética híbrida, que dialoga as Artes Visuais e o Cinema. Seus filmes foram exibidos em Festivais, Mostras e Exposições nacionais e internacionais: 20th SUNDANCE FILM FESTIVAL; 8th ROTTERDAM FILM FESTIVAL; 63rd BFI LONDON FILM FESTIVAL; ONE STORY - TOPIC/VOD (EUA/Canadá); REDCAT Theatre NEW BLACK WAVE (Los Angeles); WOMXN IN WINDOWS (EUA), TOULOUSE FILM FESTIVAL; CHICAGO FILM FESTIVAL, entre outros. Selecionada para o Encontro entre Diretores no 34ª TALENTS GUADALAJARA (2019). Recentemente premiada no WILLIAM GRAVES FILM FUND da FIRELIGHT MEDIA.

 
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juh almeida

Juh Almeida é realizadora audiovisual, diretora na Prodigo Films e fotógrafa. Faz parte da DAFB Coletivo das Diretoras de Fotografia do Brasil, do catálogo Women Photograph, e é associada a APAN- Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro. Expressa através do seu olhar de forma documental, experimental e poética vivências e narrativas negras, mesclando assim vida e obra. Pesquisa cinema negro e descoloniza as telas.

 
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MARIANA LUIZA

Mariana Luiza é realizadora e roteirista. Membro da APAN (Associação de Profissionais do Audiovisual Negro - Brasil) e da AAWIC (African American Women in Cinema – EUA). É graduada em roteiro pela New York Film Academy e em Montagem pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Em 2010, dirigiu do documentário A B Ser (52 min) exibido pelo Canal Futura.  Em 2017, roteirizou e dirigiu o curta-metragem de ficção Casca de Baobá (12 min). O curta foi exibido em diversos festivais no Brasil e no mundo, recebendo 6 prêmios. Mariana também atua como roteirista e pesquisadora para projetos de cinema e televisão tendo trabalhado para as produtoras Conspiração, Bananeira Filmes, Coqueirão Pictures entre outras. Atualmente escreve uma série documento sobre o movimento negro brasileiro para o streaming Globoplay.

 
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PAULA GOMES

Paula Gomes é roteirista, diretora e produtora. Faz parte da Plano 3 Filmes, coletivo de realizadores baianos, que atua junto desde 2006, dedicando-se à produção de obras narrativas para cinema, TV e outras mídias. Juntos, realizaram mais de 15 projetos, como o documentário "Jonas e o Circo sem Lona" e o longa de ficção "Filho de Boi". Em paralelo ao seu trabalho como realizadora, Paula também integra as equipes de instâncias formativas como Diáspora Lab e Nordeste Lab; além de formar parte da Comissão de Seleção do Edital Rumos Itaú Cultural, em 2018 e 2020.

 
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Taís Amordivino

Taís Amordivino é Diretora, Roteirista, Bacharel em Comunicação Social e Cinema e Vídeo. Estudou direção de Cinema e Televisão na Escola Baiana de Cinema.  É uma das realizadoras do festival Itinerante de Cinemas Negros - Mahomed Bamba (MIMB). Diretora de cinema desde 2016. Em 2018, dirigiu e roteirizou o documentário “A Invisibilidade da Identidade Negra na educação", selecionado em festivais nacionais. Diretora e roteirista com destaque em trabalhos autorais premiados, a exemplo do filme “Motriz”, obra com trajetória em mais de trinta festivais, nacionais e internacionais. Em 2020 dirigiu e roteirizou a ficção “A Menina Que Queria Voar" . Desenvolve dois projetos de longas-metragens em paralelo: A ficção “Registros da Ausência ``, selecionado na edição de 2020 do Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual (FLUP/Rede Globo). E o documentário biográfico “Miraildes Mota - A Lendária Formiga”.